Os procuradores do Ministério Público Federal em Petrópolis mostram numa tabela como e por que não prosperam ações ambientais contra ocupações irregulares. Nunca foi tão fácil localizar os culpados pelas centenas de mortes na região serrana do Rio de Janeiro.
De quatro em quatros anos, o réveillon se confunde no Brasil com a posse de novos governos. Por isso mesmo, está mais do que na hora de festejar o fato de que nem tudo neste planeta se resolve lá em cima. Muita coisa pode acontecer cá embaixo, enquanto os políticos se divertem, fazendo o possível para o mundo continuar o mesmo.
O parque enfrentou esta semana dois testes de resistência a pressões sempre crescentes. Passou por lá um furacão da pesada, abrindo clareiras na mata, e um feriadão que empurrou mais de 29 mil pessoas por seus portões adentro.
Salva do ridículo político no apagar das luzes pelo segundo escalão, a conferência do clima não acabou em Copenhague, há quase um ano. Ficará no ar por muito tempo, como mostra nesta grande reportagem em forma de livro o cientista político Sergio Abranches.
"Estimativas de Oferta de Recursos Hídricos no Brasil em Cenários Futuros de Clima 2015-2100" não é, como se vê, um título para dar manchete. Mas anuncia mudanças na oferta de água que farão o Brasil mais cedo ou mais tarde encarar um futuro com menos hidrelétricas.
sábado, janeiro 22, 2011
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