Antes de jogar a toalha, convém se mirar o exemplo do físico Germano Woehl que, em vez de esperar pelas mudanças da política brasileira, resolveu pegar a unha o destino de um fragmento florestal na serra de Santa Catarina e há sete anos o mantém de pé, com denúncias e protestos.
É impróprio dizer que o deputado Luiz Carlos Heize, da frente parlamentar de oposição do Código Florestal, só tenha visão de curto prazo. Ele examina o assunto de um ponto-de-vista ostensivamente pré-histórico.
A conversa de que a agricultura brasileira está emparedada pelo excesso de reservas ambientais esbarrou em Curitiba com o historiador José Augusto Drummond. E caiu no ridículo.
quinta-feira, setembro 9, 2010
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