O Primeiro Curso de Biologia e Manejo de Carnívoros reabre o estudo sistemático das onças e outros felinos selvagens em Iguaçu, ao mesmo tempo que povoa o parque com uma turma tão colorida e animada como a dos turistas, mas que está atrás de um trabalho sério.
Wanderlei Vargas, guia de ecoturismo em Iguaçu, prova que não é preciso muita coisa para que um descente da colonização do Oeste paranaense passe do desmatamento à conservação da floresta. No seu caso, bastou gostar de mato e ser vizinho de um parque nacional.
Os brasileiros perderam nos últimos dias uma chance de conhecer um dignitário estrangeiro mais exótico e mais útil que o presidente do Irã. O primeiro-ministro do Butão andou por aqui e pouca gente notou o que isso quer dizer. E quer dizer muita coisa.
Soam tão vagos os índices que o governo Lula discute entre si como se negociasse com diplomatas estrangeiros em Copenhague, que é melhor ficar com um assunto que tem começo, meio e fim: o Tietê.
quarta-feira, fevereiro 3, 2010
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