O país fica devendo um favor às pessoas que enfeitaram o debate sobre o código florestal com citações da velha fábula de La Fontaine sobre a cigarra e a formiga. Ela é há séculos um verdadeiro clássico da ignorância humana sobre a natureza.
Viver em paz com a natureza dá trabalho. Mas dá frutos, como o e-mail mandado de Santo Antonio do Pinhal por Miriam Leite e Dioclésio do Nascimento, que têm mania de melhorar os lugares por onde passam.
O desembargador Álvaro Eduardo Junqueiro, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. corre o risco de reavivar uma velha briga, a título de promover a conciliação entre as partes. Seria melhor ouvir só os argumentos de quem quer a reabri-la.
Vai mal uma campanha presidencial que começa com políticos em fim de mandato alterando o Código Florestal, leiloando a hidrelétrica de Belo Monte e autorizando o aproveitamento energético de unidades de conservação. Promete um futuro igualzinho ao tempo em que o escritor Monteiro Lobato viveu.
A campanha contra o Código Florestal quer desfigurá-lo, sem dar aos brasileiros sequer o consolo de ouvir sobre as propostas um debate sincero e inteligente. O fato consumado está mesmo em moda na política brasileira.
sexta-feira, julho 23, 2010
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