Durou 55 dias a vida de Manu, o filhote de veado mateiro que foi achado em outubro no parque nacional do Iguaçu, ferido e desgarrado da mãe. Dias atrás, foi atacada por uma jaguatirica. Morreu no mato, o lugar certo.
Às vésperas de fazer 72 anos, o Iguaçu ganha sua primeira pesqiuisa de icitiofauna logo abaixo das cataratas e descobre, logo na primeira rodada de estudos, que é parque nacional também debaixo d'água.
Os ensaios de patrocínio das campanhas presidenciais via internet ainda não chegaram ao ponto, no Brasil, em que o doador sabe imediatamente para onde foi seu dinheiro, como entre os gorilas no zoológico do Bronx.
Chama-se "Pança", por estar de barriga cheia, a primeira onça-pintada capturada e solta pelo Projeto Carnívoros do Iguaçu, que é o recomeço da conservação no parque e um marco na carreira da bióloga Marina Xavier da Silva, há seis anos esperando essa chance.
Os 31 universitários e professores alemães que vieram ao Parque Nacional do Iguaçu desbravar atalhos para o desenvolvimento econômico sem malversação de recursos naturais ganharam de presente a visita de duas onças pintadas, que se instalaram bem atrás de seu alojamento.
Todo biólogo, sobretudo se estive metido em pesquisasde campo, deveria aprender com o entomólogo Bernd Heinrich como se faz um livro universal sobre o que acomtece no quintal de sua casa. O mundo precisa muito de descobrir as coisas que só eles sabem./
terça-feira, dezembro 28, 2010
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