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	<title>Comentários sobre Marcos Sá Correa</title>
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	<description>Colunismo a Quilo</description>
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		<title>Comentário sobre Palmas para a paisagem que restou por Tweets that mention Palmas para a paisagem que restou &#124; Marcos Sá Correa -- Topsy.com</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2011/02/05/1452/comment-page-1/#comment-681</link>
		<dc:creator>Tweets that mention Palmas para a paisagem que restou &#124; Marcos Sá Correa -- Topsy.com</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2011 21:35:38 +0000</pubDate>
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		<description>[...] This post was mentioned on Twitter by O Eco Meio Ambiente, Marcos Sá Corrêa. Marcos Sá Corrêa said: Palmas para a paisagem que restou: http://marcossacorrea.com.br/2011/02/05/1452/ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] This post was mentioned on Twitter by O Eco Meio Ambiente, Marcos Sá Corrêa. Marcos Sá Corrêa said: Palmas para a paisagem que restou: <a href="http://marcossacorrea.com.br/2011/02/05/1452/" rel="nofollow">http://marcossacorrea.com.br/2011/02/05/1452/</a> [...]</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Palmas para a paisagem que restou por Marcos Sá Corrêa</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2011/02/05/1452/comment-page-1/#comment-680</link>
		<dc:creator>Marcos Sá Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2011 19:16:31 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado, Andréa. É muito divertido ler e aprender com seu próprio blog.

Abraço,

Marcos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, Andréa. É muito divertido ler e aprender com seu próprio blog.</p>
<p>Abraço,</p>
<p>Marcos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Palmas para a paisagem que restou por Marcos Sá Corrêa</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2011/02/05/1452/comment-page-1/#comment-679</link>
		<dc:creator>Marcos Sá Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2011 19:15:23 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado, Jane. Gostei muito de se comentário. Estou me repetindo. Mas, como acabo de escrever ao pé de outro comentário, a melhor fase de um blog é quando ele aprende a andar sozinho, por obra e graça do trabalho alheio.

Um abraço,

Marcos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, Jane. Gostei muito de se comentário. Estou me repetindo. Mas, como acabo de escrever ao pé de outro comentário, a melhor fase de um blog é quando ele aprende a andar sozinho, por obra e graça do trabalho alheio.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Marcos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Comentário sobre Palmas para a paisagem que restou por Jane</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2011/02/05/1452/comment-page-1/#comment-678</link>
		<dc:creator>Jane</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2011 16:57:41 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei muito de sua abordagem sobre a paisagem da cidade do Rio que  vem sendo reconstruída através de aterros e desterros, num processo de moldar a natureza em território acidentado. Cada fase de crescimento da malha urbana representou uma luta contra a topografia. Um processo que não cessou, uma vez que nos dias atuais o desmatamento prossegue nos morros para ocupação de moradias irregulares. Como bem colocou, a  paisagem carioca não deve ser “privatizada”, seja por moradias de luxo ou de baixa renda.

O reconhecimento da paisagem como patrimônio inalienável  chega com muito atraso, mas o maior paradoxo são as próprias ações da  prefeitura que só tem mostrado empenho em dilapidar a paisagem. Numa visão torta em que o conceito de paisagem se restringe aos recursos naturais, quando o conceito de paisagem representa o  resultado dos processos naturais interagindo com os processos sociais produzidos pelo homem.

Nesse sentido, como se pode  aprovar uma torre de 40 andares que ferirá mortalmente a paisagem histórica dos Arcos da Lapa que imprime uma verdadeira identidade para a cidade¬? A controvertida proposta da Eletrobrás, com a visão futurista que se deseja ostensivamente imprimir no solo através da torre, não é de uma perspectiva planejada do ponto de vista paisagístico. Outro ponto é a liberação do gabarito na região portuária para edificações de mais de 40 andares, sem considerar o fato  que cobrirá a linha das encostas, hoje visível para quem chega pelo mar. Enfim, são exemplos em que a especulação avança sem considerar a ambiência histórica e paisagística. 

O diálogo entre o passado e o presente nem sempre se mostra pacificamente, mas é perfeitamente tolerável desde que as novas intervenções não descaracterizem a paisagem, o verdadeiro o patrimônio cultural.
Jane S.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito de sua abordagem sobre a paisagem da cidade do Rio que  vem sendo reconstruída através de aterros e desterros, num processo de moldar a natureza em território acidentado. Cada fase de crescimento da malha urbana representou uma luta contra a topografia. Um processo que não cessou, uma vez que nos dias atuais o desmatamento prossegue nos morros para ocupação de moradias irregulares. Como bem colocou, a  paisagem carioca não deve ser “privatizada”, seja por moradias de luxo ou de baixa renda.</p>
<p>O reconhecimento da paisagem como patrimônio inalienável  chega com muito atraso, mas o maior paradoxo são as próprias ações da  prefeitura que só tem mostrado empenho em dilapidar a paisagem. Numa visão torta em que o conceito de paisagem se restringe aos recursos naturais, quando o conceito de paisagem representa o  resultado dos processos naturais interagindo com os processos sociais produzidos pelo homem.</p>
<p>Nesse sentido, como se pode  aprovar uma torre de 40 andares que ferirá mortalmente a paisagem histórica dos Arcos da Lapa que imprime uma verdadeira identidade para a cidade¬? A controvertida proposta da Eletrobrás, com a visão futurista que se deseja ostensivamente imprimir no solo através da torre, não é de uma perspectiva planejada do ponto de vista paisagístico. Outro ponto é a liberação do gabarito na região portuária para edificações de mais de 40 andares, sem considerar o fato  que cobrirá a linha das encostas, hoje visível para quem chega pelo mar. Enfim, são exemplos em que a especulação avança sem considerar a ambiência histórica e paisagística. </p>
<p>O diálogo entre o passado e o presente nem sempre se mostra pacificamente, mas é perfeitamente tolerável desde que as novas intervenções não descaracterizem a paisagem, o verdadeiro o patrimônio cultural.<br />
Jane S.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Diário de funcionário público por Marcos Sá Corrêa</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2011/01/10/diario-ilustrado-de-funcionario-publico/comment-page-1/#comment-676</link>
		<dc:creator>Marcos Sá Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 22:24:08 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;em&gt;Antes de ir ao ar, a coluna provocou um comentário da arquiteta Andréa G. Redondo, anexando o seguinte artigo:
&lt;/em&gt;

&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; novo Plano Diretor para a Cidade do Rio de Janeiro, será sancionado:atribuição do Executivo e Legislativo municipais e obrigação constitucional desde 1988, é lei de especial interesse para urbanistas, arquitetos e juristas. As conseqüências de sua aplicação dizem respeito a todos.

Graças à permanente e importante condição político-administrativa do Rio, a cidade sempre foi alvo de normas urbanísticas. Inúmeras. O Plano Diretor Decenal que está em vigor, de 1992, foi elaborado com participação ativa da sociedade civil. Compilou normas existentes, teve avanços e méritos: fortaleceu princípios das Políticas Sociais, consolidou conceitos sobre a Proteção do Meio Ambiente e do Patrimônio Cultural e estabeleceu fundamentos para igualar o valor da terra, só mais tarde presentes no Estatuto da Cidade.

Denominou-se Decenal por ter sido prevista sua execução em dez anos,obviamente por excessivo otimismo do legislador, tamanha é a complexidade da metrópole.
Ao ser revisto a cada 5 anos, se necessário, poderia ser objeto de inovações e adaptações conforme a dinâmica da cidade assim o exigisse. Caberia acrescentar poucos instrumentos da política urbana previstos no Estatuto em 2001, porventura ainda não contemplados.

O texto aprovado pelo Legislativo e em vias de ser sancionado pretende ser o seguimento de proposta apresentada oficialmente em 2006, que fora objeto de audiências públicas, debates, e sugestões, mas cujo andamento estava paralisado. Pela primeira vez um projeto de lei complementar propunha regulamentar a figura do Solo Criado, conquista do Plano de 1992 que, se aprovada, modificaria as práticas do mercado imobiliário e, provavelmente, induziria a distribuição dos ganhos vindos da importante indústria da construção civil e beneficiaria programas habitacionais para a população de baixa renda. A idéia não prosperou.
As alterações feitas no texto de 2006 a partir de 2009 permitem afirmar que trata-se de um novo projeto de lei. O cerne do futuro Plano – aumento e venda de índices construtivos na cidade, não guarda relação com os objetivos do Solo Criado. Esse aspecto central somado ao resto do conteúdo diverso comprova que se trata de lei reescrita pela nova gestão municipal. Basta comparar as laudas.
Seria cabível apresentar novas idéias, não fosse o texto consolidado ter vindo a público apenas há poucos dias, sem que tenha havido divulgação prévia e sequer tempo hábil para análise por técnicos, instituições acadêmicas e associações de moradores. Seria cabível apresentar um novo Plano, não fosse no rastro de processo legislativo iniciado há quatro anos com etapas já cumpridas, referentes a projeto de lei agora descaracterizado.

Também motivo de apreensão, em paralelo ao estranho processo legislativo outras leis foram aprovadas à revelia do Plano atual: por exemplo, o estímulo à construção nas várzeas e encostas frágeis do Maciço da Pedra Branca nos limites de importante bacia hidrográfica da Zona Oeste, onde os alagamentos são freqüentes; a previsão de torres com 30 andares na Cidade do Samba, recém construída com recursos públicos; a alteração da Reserva Biológica de Guaratiba; e os privilégios construtivos e fiscais criados para a indústria hoteleira sob a bandeira dos eventos internacionais de 2014 e 2016, como se as importantes conquistas justificassem servir-se do solo urbano indiscriminadamente.

Apresentado sob o foco de uma desejada e teórica cidade sustentável – qualquer uma - o Plano Diretor do Rio de Janeiro a caminho é figura de retórica, que, sutil e silenciosamente, poderá validar decisões que desrespeitaram as normas vigentes e anular a possibilidade de regulamentar a distribuição dos ônus e benefícios inerentes à urbanização da terra, diretriz preconizada no Plano Diretor de 1992 e mantida pelo Estatuto da Cidade.

Tudo em meio à falta de transparência e à ausência de um documento ordenado para leitura, fatos questionáveis dentro de um processo legislativo do qual somente se poderiam esperar lisura e a defesa da cidade.
No mínimo, perde-se a oportunidade para aperfeiçoar o principal plano urbanístico do Rio de Janeiro.

Andréa Redondo

Rio de Janeiro, 20 de janeiro de 2011.

Dia do santo padroeiro da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>Antes de ir ao ar, a coluna provocou um comentário da arquiteta Andréa G. Redondo, anexando o seguinte artigo:<br />
</em></p>
<p><strong>O</strong> novo Plano Diretor para a Cidade do Rio de Janeiro, será sancionado:atribuição do Executivo e Legislativo municipais e obrigação constitucional desde 1988, é lei de especial interesse para urbanistas, arquitetos e juristas. As conseqüências de sua aplicação dizem respeito a todos.</p>
<p>Graças à permanente e importante condição político-administrativa do Rio, a cidade sempre foi alvo de normas urbanísticas. Inúmeras. O Plano Diretor Decenal que está em vigor, de 1992, foi elaborado com participação ativa da sociedade civil. Compilou normas existentes, teve avanços e méritos: fortaleceu princípios das Políticas Sociais, consolidou conceitos sobre a Proteção do Meio Ambiente e do Patrimônio Cultural e estabeleceu fundamentos para igualar o valor da terra, só mais tarde presentes no Estatuto da Cidade.</p>
<p>Denominou-se Decenal por ter sido prevista sua execução em dez anos,obviamente por excessivo otimismo do legislador, tamanha é a complexidade da metrópole.<br />
Ao ser revisto a cada 5 anos, se necessário, poderia ser objeto de inovações e adaptações conforme a dinâmica da cidade assim o exigisse. Caberia acrescentar poucos instrumentos da política urbana previstos no Estatuto em 2001, porventura ainda não contemplados.</p>
<p>O texto aprovado pelo Legislativo e em vias de ser sancionado pretende ser o seguimento de proposta apresentada oficialmente em 2006, que fora objeto de audiências públicas, debates, e sugestões, mas cujo andamento estava paralisado. Pela primeira vez um projeto de lei complementar propunha regulamentar a figura do Solo Criado, conquista do Plano de 1992 que, se aprovada, modificaria as práticas do mercado imobiliário e, provavelmente, induziria a distribuição dos ganhos vindos da importante indústria da construção civil e beneficiaria programas habitacionais para a população de baixa renda. A idéia não prosperou.<br />
As alterações feitas no texto de 2006 a partir de 2009 permitem afirmar que trata-se de um novo projeto de lei. O cerne do futuro Plano – aumento e venda de índices construtivos na cidade, não guarda relação com os objetivos do Solo Criado. Esse aspecto central somado ao resto do conteúdo diverso comprova que se trata de lei reescrita pela nova gestão municipal. Basta comparar as laudas.<br />
Seria cabível apresentar novas idéias, não fosse o texto consolidado ter vindo a público apenas há poucos dias, sem que tenha havido divulgação prévia e sequer tempo hábil para análise por técnicos, instituições acadêmicas e associações de moradores. Seria cabível apresentar um novo Plano, não fosse no rastro de processo legislativo iniciado há quatro anos com etapas já cumpridas, referentes a projeto de lei agora descaracterizado.</p>
<p>Também motivo de apreensão, em paralelo ao estranho processo legislativo outras leis foram aprovadas à revelia do Plano atual: por exemplo, o estímulo à construção nas várzeas e encostas frágeis do Maciço da Pedra Branca nos limites de importante bacia hidrográfica da Zona Oeste, onde os alagamentos são freqüentes; a previsão de torres com 30 andares na Cidade do Samba, recém construída com recursos públicos; a alteração da Reserva Biológica de Guaratiba; e os privilégios construtivos e fiscais criados para a indústria hoteleira sob a bandeira dos eventos internacionais de 2014 e 2016, como se as importantes conquistas justificassem servir-se do solo urbano indiscriminadamente.</p>
<p>Apresentado sob o foco de uma desejada e teórica cidade sustentável – qualquer uma &#8211; o Plano Diretor do Rio de Janeiro a caminho é figura de retórica, que, sutil e silenciosamente, poderá validar decisões que desrespeitaram as normas vigentes e anular a possibilidade de regulamentar a distribuição dos ônus e benefícios inerentes à urbanização da terra, diretriz preconizada no Plano Diretor de 1992 e mantida pelo Estatuto da Cidade.</p>
<p>Tudo em meio à falta de transparência e à ausência de um documento ordenado para leitura, fatos questionáveis dentro de um processo legislativo do qual somente se poderiam esperar lisura e a defesa da cidade.<br />
No mínimo, perde-se a oportunidade para aperfeiçoar o principal plano urbanístico do Rio de Janeiro.</p>
<p>Andréa Redondo</p>
<p>Rio de Janeiro, 20 de janeiro de 2011.</p>
<p>Dia do santo padroeiro da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Diário de funcionário público por Marcos Sá Corrêa</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2011/01/10/diario-ilustrado-de-funcionario-publico/comment-page-1/#comment-675</link>
		<dc:creator>Marcos Sá Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 21:36:10 +0000</pubDate>
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		<description>Agora mesmo, Jane. Releve o atraso. Tive problemas com a conexão.

Um abraço,

Marcos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agora mesmo, Jane. Releve o atraso. Tive problemas com a conexão.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Marcos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Diário de funcionário público por Jane</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2011/01/10/diario-ilustrado-de-funcionario-publico/comment-page-1/#comment-674</link>
		<dc:creator>Jane</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 21:05:53 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Marcos, vc vai publicar a coluna de ontem: &quot;Aplausos para a paisagem que restou&quot;?
Estou aguardando p/ comentar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Marcos, vc vai publicar a coluna de ontem: &#8220;Aplausos para a paisagem que restou&#8221;?<br />
Estou aguardando p/ comentar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O meio ambiente ficou insustentável por Marcos Sá Corrêa</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2011/01/28/meio-ambiente-ficou-insustentavel/comment-page-1/#comment-672</link>
		<dc:creator>Marcos Sá Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 15:00:15 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Alexrande,

E será que ela ou alguém de seu governo saberia definir o que é o desenvolvimento sustentável? Ele foi cunhado na onda da Eco-92 para d=esignar empresas que aderiam a um vasto programa de mitigação de impactos ambientais. Virou moda. Hoje serve como etiqueta para qualquer proposta marqueteira de quem não quer mais se sentir ultrapassado em sustentabilidade pelos concorrentes.

Abraço,

Marcos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Alexrande,</p>
<p>E será que ela ou alguém de seu governo saberia definir o que é o desenvolvimento sustentável? Ele foi cunhado na onda da Eco-92 para d=esignar empresas que aderiam a um vasto programa de mitigação de impactos ambientais. Virou moda. Hoje serve como etiqueta para qualquer proposta marqueteira de quem não quer mais se sentir ultrapassado em sustentabilidade pelos concorrentes.</p>
<p>Abraço,</p>
<p>Marcos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O meio ambiente ficou insustentável por Alexandre</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2011/01/28/meio-ambiente-ficou-insustentavel/comment-page-1/#comment-671</link>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 12:35:18 +0000</pubDate>
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		<description>ë, a Dilma já dizia em alguma de suas conferências mais marcantes!! &quot;o meio ambiente é o pior inimigo do desenvolvimento sustentével&quot; (ou algo assim!!)
seguimos assistindo a dança das cadeiras no Ibama!
abraços
alexandre</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ë, a Dilma já dizia em alguma de suas conferências mais marcantes!! &#8220;o meio ambiente é o pior inimigo do desenvolvimento sustentével&#8221; (ou algo assim!!)<br />
seguimos assistindo a dança das cadeiras no Ibama!<br />
abraços<br />
alexandre</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O meio ambiente ficou insustentável por adilson mikami</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2011/01/28/meio-ambiente-ficou-insustentavel/comment-page-1/#comment-669</link>
		<dc:creator>adilson mikami</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 11:40:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcossacorrea.com.br/?p=1445#comment-669</guid>
		<description>Bom dia, Marcos

Não podemos desisitir - continue expondo as insanidades humanas que se transformam em insanidades ambientais. Precisamos de gente como vc, 

Abraços, Adilson</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia, Marcos</p>
<p>Não podemos desisitir &#8211; continue expondo as insanidades humanas que se transformam em insanidades ambientais. Precisamos de gente como vc, </p>
<p>Abraços, Adilson</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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