<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Uma casa com duas onças no fundo</title>
	<atom:link href="http://marcossacorrea.com.br/2010/03/15/uma-casa-com-duas-oncas-de-fundo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://marcossacorrea.com.br/2010/03/15/uma-casa-com-duas-oncas-de-fundo/</link>
	<description>Colunismo a Quilo</description>
	<lastBuildDate>Sun, 06 Feb 2011 21:35:38 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Jean Carlos Ferreira</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2010/03/15/uma-casa-com-duas-oncas-de-fundo/comment-page-1/#comment-542</link>
		<dc:creator>Jean Carlos Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 11:22:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcossacorrea.com.br/?p=666#comment-542</guid>
		<description>Fiquei muito feliz com essa matéria. Vejo que a onça não se encontra em perigo como estava a muito tempo atras, graças ao trabalho que muitas pessoas tem feito para preservarem esse maravilhoso felino. Eu considero a onça como parte da minha vida, da minha nacionalidade. Não consigo dizer que sou brasileiro sem lembrar que moro em um páis onde vive esse felino imponente. Aqui em Blumenau - SC, tem um senhor de nacionalidade alemã que cria onças na casa dele, na época em que conversamos ele tinha 8, uma era preta. Os animais era bem cuidados e tinha autorização do ibama para serem criados, ele até vendia filhotes pra quem quisesse comprar. Meu desejo é que o povo aprenda a tirar vantagens desse animal com trabalhos de observação e não caçando e dizimando a espécie. Sucesso pra vcs, gostei muito dessa matéria. Grande abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei muito feliz com essa matéria. Vejo que a onça não se encontra em perigo como estava a muito tempo atras, graças ao trabalho que muitas pessoas tem feito para preservarem esse maravilhoso felino. Eu considero a onça como parte da minha vida, da minha nacionalidade. Não consigo dizer que sou brasileiro sem lembrar que moro em um páis onde vive esse felino imponente. Aqui em Blumenau &#8211; SC, tem um senhor de nacionalidade alemã que cria onças na casa dele, na época em que conversamos ele tinha 8, uma era preta. Os animais era bem cuidados e tinha autorização do ibama para serem criados, ele até vendia filhotes pra quem quisesse comprar. Meu desejo é que o povo aprenda a tirar vantagens desse animal com trabalhos de observação e não caçando e dizimando a espécie. Sucesso pra vcs, gostei muito dessa matéria. Grande abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcos Sá Corrêa</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2010/03/15/uma-casa-com-duas-oncas-de-fundo/comment-page-1/#comment-192</link>
		<dc:creator>Marcos Sá Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 13:38:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcossacorrea.com.br/?p=666#comment-192</guid>
		<description>Angela,

Já que é assim, vou lhe contar em primeira mão o que aconteceu ontem à noite com lua cheia no parque. Saímos para fotografá-la, eu e minha mulher, que aliás também é Angela. Ficamos, a maior parte do tempo, sozinhos, nos vários pontos em que a trilha se debruça sobre o Iguaçu. Às dez e tanto, o assunto parecia esgotado e as câmeras começavam a gotejar, de tanta umidade. Era hora de voltar para casa. Mas paramos, só por curiosidade, no mirante que fica diante do Hotel das Cataratas. Ali - inclusive por causa do excesso de luz artificial e de hóspedes olhando as quedas - não havia o que fazer. Voltamos minutos depois ao carro no estacionamento. Ou seja, naquele ponto onde, durante o dia, param dezenas, talvez centenas de ônibus e vans, descarregando turistas. 

Ao ligar o motor e dar marcha a ré, os faróis bateram de relance num animal de grande porte, no mato ralo do acostamento. Pensamos que fosse mais um veado mateiro. Seria o terceiro daquela noite, um deles tão senhor de seu território no meio da BR-469 que nos obrigara a parar, abaixar as luzes e esperar que ele fosse embora, no seu próprio tempo. Mas foi só mirar os fachos no vulto para ver logo que não se tratava de mais um veado. Parecia, isso sim, uma onça parda. Era mais que isso. De perto, revelou-se uma pintada, de bom porte, aparentemente adulta, tranqüila e magnífica, postada diante dos jardins defronte ao Hotel das Cataratas. 

E aí vem o ponto que nos leva de volta a seu comentário: diante do carro virado para ela, a onça, a princípio,  não fugiu. Simplesmente agachou-se no meio da folhagem, com os olhos e as orelhas de fora - reproduzindo aquela cena que a impressionou na mureta do canil desativado do Poço Preto.  

Moral da história: ninguém sabe ainda dizer o que tanta essa avistada ultimamente quer dizer. Oficialmente, elas são poucas no parque. Parece em retirada. Ou seja, em extinção. As armadilhas fotográficas montadas nas áreas intangíveis do Iguaçu não têm registrado sua presença. Por poucas que sejam, elas parecem estar se concentrando no ponto mais batido, turístico e populoso da unidade de conservação. Como se soubessem que pelo menos ali não se caça. Tudo isso pode ser um bom sinal. Ou um mau sinal. Dependendo por enquanto do onto de vista e, mais tarde, do resultado das pesquisas que o projeto Carnívoros do Iguaçu está começando agora. Por enquanto, é apenas uma experiência espantosa. Mas espantosa até não poder mais.

Abraço, Marcos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Angela,</p>
<p>Já que é assim, vou lhe contar em primeira mão o que aconteceu ontem à noite com lua cheia no parque. Saímos para fotografá-la, eu e minha mulher, que aliás também é Angela. Ficamos, a maior parte do tempo, sozinhos, nos vários pontos em que a trilha se debruça sobre o Iguaçu. Às dez e tanto, o assunto parecia esgotado e as câmeras começavam a gotejar, de tanta umidade. Era hora de voltar para casa. Mas paramos, só por curiosidade, no mirante que fica diante do Hotel das Cataratas. Ali &#8211; inclusive por causa do excesso de luz artificial e de hóspedes olhando as quedas &#8211; não havia o que fazer. Voltamos minutos depois ao carro no estacionamento. Ou seja, naquele ponto onde, durante o dia, param dezenas, talvez centenas de ônibus e vans, descarregando turistas. </p>
<p>Ao ligar o motor e dar marcha a ré, os faróis bateram de relance num animal de grande porte, no mato ralo do acostamento. Pensamos que fosse mais um veado mateiro. Seria o terceiro daquela noite, um deles tão senhor de seu território no meio da BR-469 que nos obrigara a parar, abaixar as luzes e esperar que ele fosse embora, no seu próprio tempo. Mas foi só mirar os fachos no vulto para ver logo que não se tratava de mais um veado. Parecia, isso sim, uma onça parda. Era mais que isso. De perto, revelou-se uma pintada, de bom porte, aparentemente adulta, tranqüila e magnífica, postada diante dos jardins defronte ao Hotel das Cataratas. </p>
<p>E aí vem o ponto que nos leva de volta a seu comentário: diante do carro virado para ela, a onça, a princípio,  não fugiu. Simplesmente agachou-se no meio da folhagem, com os olhos e as orelhas de fora &#8211; reproduzindo aquela cena que a impressionou na mureta do canil desativado do Poço Preto.  </p>
<p>Moral da história: ninguém sabe ainda dizer o que tanta essa avistada ultimamente quer dizer. Oficialmente, elas são poucas no parque. Parece em retirada. Ou seja, em extinção. As armadilhas fotográficas montadas nas áreas intangíveis do Iguaçu não têm registrado sua presença. Por poucas que sejam, elas parecem estar se concentrando no ponto mais batido, turístico e populoso da unidade de conservação. Como se soubessem que pelo menos ali não se caça. Tudo isso pode ser um bom sinal. Ou um mau sinal. Dependendo por enquanto do onto de vista e, mais tarde, do resultado das pesquisas que o projeto Carnívoros do Iguaçu está começando agora. Por enquanto, é apenas uma experiência espantosa. Mas espantosa até não poder mais.</p>
<p>Abraço, Marcos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Angela Kuczach</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2010/03/15/uma-casa-com-duas-oncas-de-fundo/comment-page-1/#comment-191</link>
		<dc:creator>Angela Kuczach</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 23:50:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcossacorrea.com.br/?p=666#comment-191</guid>
		<description>Olha só... que coisa mais maravilhosa. Emocionadíssima aqui.

Acompanho a anos, algumas vezes de longe e outras de perto, a história das onças do Iguaçu, e é sensacional ver essas imagens hoje. Dá  esperança. Reacende na gente aquela fé de que ainda é possível, de que podemos conservar a vida e dexá-la seguir seu curso, independente da nossa interferência.

Espero, do fundo do coração, que seja um recomeço pras nossas bichanas no Parque. Elas, claro que merecem, mas os beneficiários, sem dúvida, somos nós. Ter a oportunidade de acompanhar uma raridade dessas não tem preço.

Obrigada por compartilhar Marcos.

Abraço,
Angela

PS.: O que é a foto da onça atrás do tronco, só com as orelhas de fora? Sem palavras...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha só&#8230; que coisa mais maravilhosa. Emocionadíssima aqui.</p>
<p>Acompanho a anos, algumas vezes de longe e outras de perto, a história das onças do Iguaçu, e é sensacional ver essas imagens hoje. Dá  esperança. Reacende na gente aquela fé de que ainda é possível, de que podemos conservar a vida e dexá-la seguir seu curso, independente da nossa interferência.</p>
<p>Espero, do fundo do coração, que seja um recomeço pras nossas bichanas no Parque. Elas, claro que merecem, mas os beneficiários, sem dúvida, somos nós. Ter a oportunidade de acompanhar uma raridade dessas não tem preço.</p>
<p>Obrigada por compartilhar Marcos.</p>
<p>Abraço,<br />
Angela</p>
<p>PS.: O que é a foto da onça atrás do tronco, só com as orelhas de fora? Sem palavras&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcos Sá Corrêa</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2010/03/15/uma-casa-com-duas-oncas-de-fundo/comment-page-1/#comment-189</link>
		<dc:creator>Marcos Sá Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 18:10:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcossacorrea.com.br/?p=666#comment-189</guid>
		<description>Se essas onças soubessem que vocês queriam vê-las, iriam a Curitiba só para isso. Era o mínimo que poderiam fazer em troca do que a Fundação já fez por elas, Malu. O problema é que as onças no Brasil só podem sobreviver confinadas. E olhe lá. Um beijo, Marcos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se essas onças soubessem que vocês queriam vê-las, iriam a Curitiba só para isso. Era o mínimo que poderiam fazer em troca do que a Fundação já fez por elas, Malu. O problema é que as onças no Brasil só podem sobreviver confinadas. E olhe lá. Um beijo, Marcos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Malu Nunes</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2010/03/15/uma-casa-com-duas-oncas-de-fundo/comment-page-1/#comment-188</link>
		<dc:creator>Malu Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 15:57:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcossacorrea.com.br/?p=666#comment-188</guid>
		<description>eu daria tudo para estar lá e mais ainda para que minha filha e a geração possam ter esta incomparável experiência. Impossível não mudar a forma de ver e viver a vida.
obrigada pela história e pelas lindas fotos.
abraço
Malu</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu daria tudo para estar lá e mais ainda para que minha filha e a geração possam ter esta incomparável experiência. Impossível não mudar a forma de ver e viver a vida.<br />
obrigada pela história e pelas lindas fotos.<br />
abraço<br />
Malu</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcos Sá Corrêa</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2010/03/15/uma-casa-com-duas-oncas-de-fundo/comment-page-1/#comment-178</link>
		<dc:creator>Marcos Sá Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 16:16:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcossacorrea.com.br/?p=666#comment-178</guid>
		<description>Eu também, Marta. Eu também. O pior é ter as onças dando sopa aqui tão perto e não saber ainda se isso é o começo de um repovoamento ou o começo do fim. Mas prometo ficar de olho nas pesquisas que tentam responder essas perguntas. E publicá-las passo a passo. Um abraço, Marcos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu também, Marta. Eu também. O pior é ter as onças dando sopa aqui tão perto e não saber ainda se isso é o começo de um repovoamento ou o começo do fim. Mas prometo ficar de olho nas pesquisas que tentam responder essas perguntas. E publicá-las passo a passo. Um abraço, Marcos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta R.Guedes</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2010/03/15/uma-casa-com-duas-oncas-de-fundo/comment-page-1/#comment-177</link>
		<dc:creator>Marta R.Guedes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 13:37:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcossacorrea.com.br/?p=666#comment-177</guid>
		<description>Sou &quot;amiga da Onça&quot;, lí esta materia, ví as fotos e fiquei emocionada, pois são raras num país que não respeita nem preserva nada da Natureza. Estou orando a Deus por estes seres incríveis, para que possam ter seu lugar no nosso mundo e serem admirados desta forma tão maravilhosa.
Parabéns</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou &#8220;amiga da Onça&#8221;, lí esta materia, ví as fotos e fiquei emocionada, pois são raras num país que não respeita nem preserva nada da Natureza. Estou orando a Deus por estes seres incríveis, para que possam ter seu lugar no nosso mundo e serem admirados desta forma tão maravilhosa.<br />
Parabéns</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

