Ele tinha tudo para ser um domingo como outro qualquer no parque nacional do Iguaçu. Começou chuvoso. O céu só se escancarou no por do sol. A lua cheia inundou aind amais as cataratas, com água sobrando. E, fechando a noite, uma onça nos aguardava no estacionamento. Dá para querer mais?
Uma armadilha fotográfica acaba de flagrar, para os estudos de fauna do Cenap, uma onça parda atacando uma capivara no terreno da Replan, a maior refinaria do Brasil. Resta saber se a Petrobras quer prospectar esse achado em seus programas ambientais.
Trazidos pelo programa Universidade Viajante, estudantes do campus ambiental de Birkenfeld, "o único do mundo com emissões zero" vieram a Foz do Iguaçu mostrar como se enriquece sem sujeira nem desperdício, mas deixam ao sair sua papelada no chão do parque nacional.
Quem está a poucos minutos das Cataratas do Iguaçu enfrentará uma certa dificuldade se quiser passar um dia realmente em que tudo está errado. Em último caso, sobram sempre os minutos diante das cachoeiras, de preferência na hora em que o sol se põe.
Os 31 universitários e professores alemães que vieram ao Parque Nacional do Iguaçu desbravar atalhos para o desenvolvimento econômico sem malversação de recursos naturais ganharam de presente a visita de duas onças pintadas, que se instalaram bem atrás de seu alojamento.
"Estimativas de Oferta de Recursos Hídricos no Brasil em Cenários Futuros de Clima 2015-2100" não é, como se vê, um título para dar manchete. Mas anuncia mudanças na oferta de água que farão o Brasil mais cedo ou mais tarde encarar um futuro com menos hidrelétricas.
Todo biólogo, sobretudo se estive metido em pesquisasde campo, deveria aprender com o entomólogo Bernd Heinrich como se faz um livro universal sobre o que acomtece no quintal de sua casa. O mundo precisa muito de descobrir as coisas que só eles sabem./
terça-feira, março 30, 2010
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