Mil desculpas. Mas uma exposição de fotografias da mata atlântica num museu de Viena explica, mesmo se não justifica, o sumiço deste aprendiz de bloqueiro em dezembro. É que isso também ele estava tentando fazer pela primeira vez. E se atrapalhou todo.
As viagens às Cataratas do Iguaçu ficaram tão fáceis que os visitantes perderam a perspectiva obrigatória de quem se aproximava delas no século passado: a moldura indispensável da floresta. Este blog quer ser uma tentativa de recuperá-la.
Não há melhor escola de macrofotografia do que um animal minúsculo, vistoso, capaz de encher um fotograma com gestos que fariam a alegria de qualquer retratista. Como foi o caso de meu primeiro encontro com o Brachycephallus eppiphium em Itatiaia.
As luzes da decoração de Natal pareciam mais acesas do que nunca nas cidades européias, enquanto se discutia em Copenhague como poupar energia diante do aquecimento global. Nesse ponto, pelo menos, todo mundo se entende.
quinta-feira, dezembro 31, 2009
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