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	<title>Comentários sobre: A metaformose agora é climática</title>
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	<description>Colunismo a Quilo</description>
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		<title>Por: Aluisio Ribeiro</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2009/11/21/a-metaformose-agora-e-climatica/comment-page-1/#comment-73</link>
		<dc:creator>Aluisio Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 12:41:44 +0000</pubDate>
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		<description>Fico imaginando, agora, após ter lido tudo acima, o que será que poderia ficar sempre boiando na crista da onda. Para se ficar boiando numa crista de onda há que ser o que, por exemplo. Penso que é melhor ficarmos somente no imaginário. Um presidente boiando na crista da onda, essa foi demais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fico imaginando, agora, após ter lido tudo acima, o que será que poderia ficar sempre boiando na crista da onda. Para se ficar boiando numa crista de onda há que ser o que, por exemplo. Penso que é melhor ficarmos somente no imaginário. Um presidente boiando na crista da onda, essa foi demais.</p>
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		<title>Por: Marcos Sá Corrêa</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2009/11/21/a-metaformose-agora-e-climatica/comment-page-1/#comment-37</link>
		<dc:creator>Marcos Sá Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 22:34:56 +0000</pubDate>
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		<description>Carlos,

Em primeiro lugar, perdoe a demora desta resposta. Passei um tempo fora do ar involuntariamente. Mas sobre isso conversamos depois aqui no blog. Por enquanto, vai só a explicação do &quot;sindicalismo metamórfico&quot;. Foi o sindicalista Lula quem se definiu como metamorfose ambulante, não foi? Pois é, a novidade agora é que a metamorfose ambulante chegou ao ambientalismo, como sempre em hora mais que oportuna para nosso presidente estar sempre boiando na crista da onda.

Abraços e feliz Natal,

Marcos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos,</p>
<p>Em primeiro lugar, perdoe a demora desta resposta. Passei um tempo fora do ar involuntariamente. Mas sobre isso conversamos depois aqui no blog. Por enquanto, vai só a explicação do &#8220;sindicalismo metamórfico&#8221;. Foi o sindicalista Lula quem se definiu como metamorfose ambulante, não foi? Pois é, a novidade agora é que a metamorfose ambulante chegou ao ambientalismo, como sempre em hora mais que oportuna para nosso presidente estar sempre boiando na crista da onda.</p>
<p>Abraços e feliz Natal,</p>
<p>Marcos</p>
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		<title>Por: carlos francisco beneduzi</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2009/11/21/a-metaformose-agora-e-climatica/comment-page-1/#comment-34</link>
		<dc:creator>carlos francisco beneduzi</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 19:20:44 +0000</pubDate>
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		<description>Marcos,
Tenho minhas sérias dúvidas a respeito dessa guinada de 180 gráus da política ambientalista do governo Lula. Pago prá ver!
Acho que foi mais uma jogada de marketing para sair bem na fita. Intento, diga-se de passagem, alcançado.Estou esperando por medidas concretas.
Sou geólogo e entendo um pouco de rochas metamórficas, mas fiquei curioso com sua expressão sindicalismo metamórfico. Que você quer dizer com isso?
Sds</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos,<br />
Tenho minhas sérias dúvidas a respeito dessa guinada de 180 gráus da política ambientalista do governo Lula. Pago prá ver!<br />
Acho que foi mais uma jogada de marketing para sair bem na fita. Intento, diga-se de passagem, alcançado.Estou esperando por medidas concretas.<br />
Sou geólogo e entendo um pouco de rochas metamórficas, mas fiquei curioso com sua expressão sindicalismo metamórfico. Que você quer dizer com isso?<br />
Sds</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Marcos Sá Corrêa</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2009/11/21/a-metaformose-agora-e-climatica/comment-page-1/#comment-13</link>
		<dc:creator>Marcos Sá Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:01:59 +0000</pubDate>
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		<description>Também vivo procurando esta resposta, para dar a quem merece ouvir que está errado, de alguém disposto a criticá-lo com o devido respeito, Rubin. Nem sempre é fácil explicar que o tempo do pioneiro passou, deixando para trás uma longa e merecida tradição de honradez, trabalho duro e dedicação familiar a pequenas propriedades. O fato é que os tempos mudam. E com eles, os erros que ontem mesmo nos pareciam, na pior das hipóteses, toleráveis, senão exemplos de virtude, de repente se tornaram vícios graves ou mesmo sintomas de autodestruição. Eu mesmo estudei num tempo em que até professores fumavam em salas de aula. E já houve um anúncio americano do cigarro Camel dizendo que &quot;seu médico recomenda&quot; aquela marca. Eu me lembro deles toda vez que tropeço por aí em depoimentos de agricultores, contando histórias fascinantes de expansão da fronteira agrícola, em que eles foram praticamente obrigados pelo Banco do Brasil a desmatar o máximo de terreno possível, para ter direito a créditos subsidiados. O fato é que estamos agora todos aprendendo a viver num mundo que está condenado a mudar para sempre, porque ficou pequeno demais para tanto comportamento temerário. 

Um abraço,

Marcos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também vivo procurando esta resposta, para dar a quem merece ouvir que está errado, de alguém disposto a criticá-lo com o devido respeito, Rubin. Nem sempre é fácil explicar que o tempo do pioneiro passou, deixando para trás uma longa e merecida tradição de honradez, trabalho duro e dedicação familiar a pequenas propriedades. O fato é que os tempos mudam. E com eles, os erros que ontem mesmo nos pareciam, na pior das hipóteses, toleráveis, senão exemplos de virtude, de repente se tornaram vícios graves ou mesmo sintomas de autodestruição. Eu mesmo estudei num tempo em que até professores fumavam em salas de aula. E já houve um anúncio americano do cigarro Camel dizendo que &#8220;seu médico recomenda&#8221; aquela marca. Eu me lembro deles toda vez que tropeço por aí em depoimentos de agricultores, contando histórias fascinantes de expansão da fronteira agrícola, em que eles foram praticamente obrigados pelo Banco do Brasil a desmatar o máximo de terreno possível, para ter direito a créditos subsidiados. O fato é que estamos agora todos aprendendo a viver num mundo que está condenado a mudar para sempre, porque ficou pequeno demais para tanto comportamento temerário. </p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Marcos</p>
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		<title>Por: Rubin Diehl</title>
		<link>http://marcossacorrea.com.br/2009/11/21/a-metaformose-agora-e-climatica/comment-page-1/#comment-11</link>
		<dc:creator>Rubin Diehl</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 14:44:35 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Marcos,
Excelente texto, em que vc oportunamente nos lembra de tempos nem tão antigos assim, nos ajudando a recuperar fatos quase esquecidos no fundo da memória (pelo menos para cinquentões como eu).
Novos ventos sopram no Planalto. Esperemos que não sejam vendavais passageiros, mas uma brisa forte e duradoura, que nos leve a uma correção de rumo tão necessária.
Hoje pela manhã me surpreendi com uma reportagem no site do Washington Post, mostrando que até nossos fazendeiros já começam a mudar de postura.
Confira em http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/11/22/AR2009112201845.html
Não sei se essa cobertura já teria sido feita pela imprensa brasileira, mas agora certamente será traduzida e republicada por aqui.
Acho que seria muito bom nossa imprensa publicar esse tipo de relatos de ações positivas, indicadoras de mudança comportamental dos nossos atores agroindustriais.
Pena o mau exemplo de Santa Catarina, tão castigado pelas tragédias climáticas, que em vez de aperfeiçoar sua legislação ambiental, ensaia um recuo inaceitável das leis estaduais.
Nossos agro-empresários e fazendeiros precisam urgentemente serem esclarecidos das consequências de tudo o que fazem.
Eu mesmo tenho um primo que optou por ser plantador de soja. Começou no RS, trocou por terras mais amplas no Mato Grosso, finalmente assentou-se (definitivamente?) em Tocantins, onde foi pioneiro e hoje conta, com justo orgulho, sua saga. É uma pessoa esclarecida, graduou-se engenheiro civil, porém debater ecologia com ele é muito difícil, pois como tantos outros, vê a si próprio como um messiânico desbravador, espalhando o progresso rumo ao norte inexplorado.
Apesar de discordar dos argumentos, entendo sua lógica, embasada em velhos conceitos de ampliação das fronteiras econômicas.
Como se pode iniciar um diálogo mutuamente construtivo com esse tipo de brasileiro? Como alguns podem chegar às ações relatadas pelo WPost?
Certamente será necessário atitudes fortes pelo governo, legisladores, IBAMA, em cima de um sistema de ações de esclarecimento, punitivas e incentivos rumo à nova conjuntura que precisamos atingir - a qual por sua vez precisa estar muito bem delineada.
Excelente seu blog, parabéns. Encantou meu olhar de fotógrafo amador, apaixonado por essa arte há 4 décadas.
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Marcos,<br />
Excelente texto, em que vc oportunamente nos lembra de tempos nem tão antigos assim, nos ajudando a recuperar fatos quase esquecidos no fundo da memória (pelo menos para cinquentões como eu).<br />
Novos ventos sopram no Planalto. Esperemos que não sejam vendavais passageiros, mas uma brisa forte e duradoura, que nos leve a uma correção de rumo tão necessária.<br />
Hoje pela manhã me surpreendi com uma reportagem no site do Washington Post, mostrando que até nossos fazendeiros já começam a mudar de postura.<br />
Confira em <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/11/22/AR2009112201845.html" rel="nofollow">http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/11/22/AR2009112201845.html</a><br />
Não sei se essa cobertura já teria sido feita pela imprensa brasileira, mas agora certamente será traduzida e republicada por aqui.<br />
Acho que seria muito bom nossa imprensa publicar esse tipo de relatos de ações positivas, indicadoras de mudança comportamental dos nossos atores agroindustriais.<br />
Pena o mau exemplo de Santa Catarina, tão castigado pelas tragédias climáticas, que em vez de aperfeiçoar sua legislação ambiental, ensaia um recuo inaceitável das leis estaduais.<br />
Nossos agro-empresários e fazendeiros precisam urgentemente serem esclarecidos das consequências de tudo o que fazem.<br />
Eu mesmo tenho um primo que optou por ser plantador de soja. Começou no RS, trocou por terras mais amplas no Mato Grosso, finalmente assentou-se (definitivamente?) em Tocantins, onde foi pioneiro e hoje conta, com justo orgulho, sua saga. É uma pessoa esclarecida, graduou-se engenheiro civil, porém debater ecologia com ele é muito difícil, pois como tantos outros, vê a si próprio como um messiânico desbravador, espalhando o progresso rumo ao norte inexplorado.<br />
Apesar de discordar dos argumentos, entendo sua lógica, embasada em velhos conceitos de ampliação das fronteiras econômicas.<br />
Como se pode iniciar um diálogo mutuamente construtivo com esse tipo de brasileiro? Como alguns podem chegar às ações relatadas pelo WPost?<br />
Certamente será necessário atitudes fortes pelo governo, legisladores, IBAMA, em cima de um sistema de ações de esclarecimento, punitivas e incentivos rumo à nova conjuntura que precisamos atingir &#8211; a qual por sua vez precisa estar muito bem delineada.<br />
Excelente seu blog, parabéns. Encantou meu olhar de fotógrafo amador, apaixonado por essa arte há 4 décadas.<br />
Abraços</p>
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